Em busca do colágeno perdido

Para manter uma pele firme, com elasticidade e saudável, o corpo humano produz naturalmente o colágeno, uma proteína fibrosa que, mesmo em abundância no organismo, ao longo dos anos vai ficando com os níveis cada vez mais baixos. É por volta dos 30 anos que o corpo humano, por uma série de fatores, diminui essa produção, mas a boa notícia é que com o uso de tecnologia e algumas recomendações de especialistas, é possível amenizar e até mesmo reverter a situação.

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O Na Minha Pele conversou com o dermatologista e speaker da Sinclair Pharma Brasil, Dr. Gabriel Aribi para entender melhor quais são as maneiras de aumentar a produção de colágeno e manter a pele saudável durante o envelhecimento.

NMP: Qual é a principal função do colágeno na pele?

Dr. Aribi: O colágeno é uma proteína fibrosa, produzida em abundância pelo corpo humano, principalmente nos primeiros 30 anos de idade. A função dessa proteína é promover resistência, elasticidade e coesão dos tecidos, além de colaborar na matriz extracelular.

Há diferentes tipos de colágeno, no entanto. O colágeno tipo 1 é este que dá mais firmeza à pele, deixando a aparência mais jovem e saudável. Já o colágeno tipo 3 é aquele que auxilia na cicatrização e regeneração da pele em caso de traumas.

NMP: A perda de colágeno tem ligação direta com o aparecimento de linhas finas e rugas?

Dr. Aribi: Sim! Com a perda de colágeno, a pele tende a ficar mais fina e as contrações musculares ficam marcadas mais facilmente e, dessa maneira, podem chegar a virar uma marca irreversível. Por isso, investir em bioestimuladores é importante, colaborando com a firmeza da pele.

NMP: Qual a diferença entre colágeno e elastina?

Dr. Aribi: A elastina também é uma proteína fibrosa, parecida com o colágeno, mas que não é tão abundante no corpo humano. A função dessa proteína também é oferecer elasticidade aos tecidos.  

NMP: Por que perdemos colágeno com o passar do tempo?

Dr. Aribi: A perda do colágeno com o envelhecimento se dá por uma série de fatores exógenos e endógenos. Como exógenos, consideramos aqueles efeitos que são causados por agentes extracorpóreos, como a exposição ao sol demasiada e alimentação inadequada.

Já os fatores endógenos são aqueles em que a causa da desaceleração da produção de colágeno se dá em função do próprio envelhecimento, como alterações hormonais, radicais livres, oxidação dos tecidos, resistência periférica à insulina e perda protéica.

NMP: O que podemos fazer para perder menos colágeno ou para aumentar sua produção?

Dr. Aribi: Alguns cuidados diários são fundamentais para equilibrar a produção de colágeno, como manter uma alimentação saudável, rica em proteínas e aminoácidos. 

Além de se alimentar bem, também é necessário se atentar a outros hábitos, como dormir bem, em ambiente escuro, para colaborar na produção do hormônio de crescimento, e manter a hidratação da pele ingerindo uma quantidade suficiente de água ao longo do dia e também com dermocosméticos tópicos. 

A partir do momento em que há a necessidade de melhorar a estrutura da pele, apostar no uso de bioestimuladores de colágeno é uma alternativa.  Isso porque há no mercado produtos com tecnologia avançada, que além de promover a correção de linhas finas, também colaboram com a produção de colágeno e tem o efeito duradouro.

Uma outra qualidade dos bioestimuladores é que eles produzem o colágeno tipo 1, ou seja, aquele que é responsável pelo rejuvenescimento da pele, atuando na recuperação da espessura e elasticidade da pele.

Alimentação balanceada na busca por colágeno

NMP: Que alimentos podem ajudar na produção do colágeno?

Dr. Aribi: O consumo de proteínas, seja de origem animal ou vegetal, é muito importante para a produção de colágeno. Eu destacaria alguns alimentos como frango, ovos, lentilha, grão de bico e soja. A vitamina C também é um ingrediente importante nessa manutenção, por isso investir em frutas cítricas, ricas nessa substância, é muito importante.

Algumas oleaginosas, ricas em zinco e cobre, como castanhas de caju, nozes e amêndoas também devem fazer parte do cardápio.

NMP: A partir de que idade é possível usar bioestimuladores injetáveis?

Dr. Aribi: A partir dos 18 anos é possível começar a utilizar os bioestimuladores injetáveis para diferentes funcionalidades. De maneira geral, pode-se iniciar as aplicações quando a pele começar a apresentar alguma flacidez ou quando for necessário melhorar sua qualidade. É importante consultar sempre um especialista que poderá esclarecer todas as dúvidas sobre esse e outros procedimentos estéticos minimamente invasivos.